Lançamentos da semana #2: Grupo Editorial Record

Desesperado para fugir de Curitiba, sua cidade natal e cárcere pessoal, o jovem escritor Daniel Hauptmann se entrega obsessivamente à tarefa que acredita ser sua tábua de salvação: produzir uma obra definitiva sobre o Demônio, que afirma nunca ter recebido uma representação adequada na literatura brasileira. O resultado o consagra ao posto de fenômeno instantâneo e o leva à elite da cultura nacional. Mas o custo da empreitada vai, aos poucos, transformando o rapaz brilhante e carismático em criatura temperamental e destrutiva. 

A partir de junho os leitores brasileiros irão conhecer Mia Saunders. Ela é jovem, bonita, tenta seguir a carreira de atriz e tem um péssimo gosto para homens. Prova disto é ter se envolvido com Blaine, um agiota disfarçado de “executivo”, que iria emprestar uma grande quantia para o seu pai, viciado em jogos. A dívida chegou a um milhão de dólares e, sem ter como pagar, o pai foi espancado. A surra o deixou em coma e agora Mia precisa conseguir o dinheiro ou Blaine irá atrás dela e de Maddy, sua irmã mais nova. Para conseguir a quantia, Mia aceita trabalhar para a sua tia, dona de uma agência de acompanhantes de luxo. Em Janeiro, livro que abre a série de 12 volumes – um para cada mês do ano – Mia se envolve com Wes, um charmoso roteirista que precisa de alguém para acompanhá-lo nos eventos profissionais e afastar as interesseiras do meio artístico. 


Depois de passar um mês em Malibu com Wes, Mia faz as malas para encontrar o seu novo cliente: um pintor excêntrico que se parece com o ator Ben Affleck. A missão da jovem é ir a Seattle e ser musa de Alec. 

Primeiro livro da blogueira Karol Pinheiro chega às livrarias esta semana pela Verus. Em “As coisas mais legais do mundo”, ela escreve cem crônicas exclusivas sobre sentimentos que atingem grande parte das pessoas. Os textos abordam, sobretudo, a aceitação e o amor próprio. Disto, aliás, Karol entende bastante. Cada crônica conta alguma experiência pessoal da jovem, sem deixar de lado uma mensagem de motivação e o convite à reflexão. A interatividade presente no mundo virtual também não fica de fora da obra. Ao final dos textos, o público é desafiado a criar, responder ou desenhar algo relacionado ao que acabou de ler. O objetivo é levar a prática do autoconhecimento ao leitor. 

No primeiro livro da série “Brilhantes”, Nick Cooper desvendou uma trama de conspirações que acabou dando espaço para que os brilhantes – uma parte da sociedade que têm habilidades incomuns e especiais – fossem mais aceitos e integrados pelas “pessoas comuns”. Mas agora, na sequência “Um mundo melhor”, uma rede terrorista liderada por estas pessoas especiais acaba com o equilíbrio conquistado ao atingir três cidades num atentado, deixando o país à beira da guerra civil. Cooper, que agora trabalha como consultor do presidente dos Estados Unidos, se vê mais uma vez mergulhado num jogo complicado, onde o que está em jogo é o próprio mundo como o conhecemos. 

Crianças acreditam que monstros são reais. Adultos tentam convencê-las do contrário — ou de que, no final, eles sempre serão derrotas. Nesta que é sua primeira coletânea de contos, John Connolly escreve sobre os mundos infantil e adulto em confronto em dezesseis histórias absolutamente assombrosas, com ecos de alguns dos mestres do horror — M.R. James, Ray Bradbury, Stephen King —, mas sem abrir mão da voz única e inconfundível que o consagrou em O Livro das Coisas Perdidas. Amores perdidos, crianças desaparecidas, demônios predatórios e fantasmas vingativos são apenas alguns dos ingredientes que compõem esta imperdível antologia. 

Segundo livro da serie “Os últimos sobreviventes”, “Os vivos e os mortos” chega às livrarias no final de junho com um novo projeto gráfico. A humanidade está a beira da extinção. Um meteoro está em rota de colisão com a Lua. Mas, apesar do evento astronômico ter sido previsto pelos cientistas, o impacto do choque é bem maior do que o esperado, e a Lua sai de órbita. Com isto, ela se aproxima da Terra e altera de modo catastrófico o clima do planeta. À medida que Nova York é devastada e tanto comida quanto ajuda tornam-se escassas, o adolescente porto-riquenho Alex Morales luta para manter suas irmãs, Bri e Julie, de 14 e 12 anos, a salvo. Com os pais desaparecidos, cabe a ele assumir responsabilidades inimagináveis e dar o seu melhor para sobreviver enquanto reza para que o restante de sua família volte com vida para casa. 

Este é o primeiro livro publicado no país sobre a influência da “doutrina militar francesa” nas ditaduras do Brasil e de outros países latino-americanos. A partir de entrevistas exclusivas com o general Paul Aussaresses, relatórios secretos franceses e pesquisa bibliográfica extensa, a jornalista Leneide Duarte-Plon, finalista do Prêmio Jabuti de 2015, revela como foram aplicados no Cone Sul os métodos – entre eles tortura e execução sumária – da doutrina francesa de combate à “subversão” e ao “comunismo”. O livro apresenta também entrevistas com dois personagens emblemáticos da Guerra da Argélia, Henri Alleg e Josette Audin, além do relato inédito de Cecília Viveiros de Castro, personagem-chave para a elucidação da morte do deputado Rubens Paiva.

“Enviada por um anjo” conta a história real de um homem que aprendeu a lidar com a perda reencontrando o amor. Após a morte da esposa, Kevin Skelton passou a se dedicar ao sonho da falecida companheira: adotar uma criança. Depois de conseguir a guarda da pequena Andreea, ele acabou conhecendo a mãe biológica da menina e se apaixonou por ela. Após desencontros e voltas da vida, os dois deram início a um relacionamento, se casaram e tiveram uma filha. Em “Enviada por um anjo”, Kevin Skelton narra o episódio mais difícil de sua vida e como a chegada de Andreea e Maria mudou seu destino.






Um comentário

  1. Olá!

    Dos lançamentos estou bem curioso para ler A Tortura Como Arma de Guerra e também Noturnos, ambos são bem diferentes, mas acho interessante!

    Abraços, Heitor Botti
    shakedepalavras.blogspot.com

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