[Literatura, sua linda!] Mulher... Da labuta à luta... Da submissão à independência!

Vivemos dias de mulheres tão pouco amadas... Cobradas e agredidas por simplesmente ser o que são! Amarelas, pequenas, cheinhas, loiras, solteiras, negras, “amélias”, gays, mães, submissas, independentes... MULHER!

Conquistas mil, vitórias honrosas e históricas, mas ainda muita coisa não mudou. Por sua força, são tratadas como não humanas, máquinas! São pai, mãe, levam a casa nas costas, a economia do país nas costas, e ainda dão conta de dar tudo o que é necessário para sua família.

Mesmo com dificuldades, grandes responsabilidades e tanto desamor; em busca de direitos iguais, elas reivindicaram. Bárbara Lins, Ana Alencar, na Confederação do Equador e Zeferina, no Quilombo do Urubu.  Chiquinha Gonzaga, Anita Garibaldi, Joana Angélica, Maria Moura, Maria da Penha, Berta Lutz, Irmã Dulce, Madre Tereza de Calcutá, Zilda Arn, Rosa Maria Generoso e muitas outras mais... 

A todas que derrotaram o machismo da velha elite “puritana”, fizeram cumprir-se e criaram leis. A elas a devida honra e gratidão, pois foram acima de tudo... Mulheres de paz! Gravaram seu nome na história do mundo, pelo bem que fizeram.

Conquistaram o direito de atuar na “vida pública”, Como Carlota Pereira, primeira deputada federal, Eunice Michelis, primeira senadora, Roseana Sarney, primeira governadora e Dilma Roussef, a mais recente mulher da vida pública a que assume o posto mais alto na política brasileira: Presidenta do Brasil.

Nem o homem superior, e nem a mulher inferior, diferentes de iguais direitos e deveres humanos, comum a todos. Essa foi a razão das lágrimas terem desaguados gritos de ousadia e igualdade. Assim se resuma a luta feminina, a verdadeira independência da mulher! 

Que as séries de conquistas na luta pelo Respeito, pela dignidade, pela igualdade e pela liberdade, se perpetuem em triunfo, TODOS OS DIAS DO ANO.



Assim Eu Vejo a Vida



A vida tem duas faces:

Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.
Cora Coralina



Mariane Helena

2 comentários

  1. Que post mais amor, amei de verdade e concordo com tudo o que disse.

    Até mais, Davidson.
    http://www.meninoliterario.com.br/

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