Resenha: Fey – Livro 1 O enigma de Ur

Título Original: Fey – Livro 1 
Autor: Josué Matos 
Editora: PenDragon 
Páginas: 208 
Ano Lançamento: 2015
Sinopse: Uma jovem garota órfã acorda em um quarto de hospital sem saber o que lhe aconteceu. Em determinados momentos ela se vê em meio a uma rede de intrigas na ONG da qual faz parte. Em outros momentos é atormentada pelo mistério de uma runa que surge em seu braço. Confusa, não distingue o real do imaginário, e se vê perdida e sozinha. Sem saber, carrega um enorme fardo sobre suas costas, o futuro da humanidade. Para salvá-la, ela precisará superar os obstáculos da vida; não sucumbir ao mal; acreditar, mesmo nas horas mais difícieis; não perder a esperança, mesmo sabendo que não há saída; não perder a fé, mesmo quando tudo estiver perdido; pois, quando menos esperamos, milagres acontecem. 


Análise: 

A realidade nua e crua de um mundo devastado pela ganância, egoísmo e luxúria. Em seu primeiro livro, Josué Matos leva o leitor a refletir sobre o caminho que a humanidade está levando o Planeta Terra.

 “Os olhos da pequena brilharam. Foi em disparada encontrar os brinquedos de Maria, não conseguiu segurar o choro. Página 51.” 

Josué Matos deixa o leitor instigado durante a leitura, ele conseguiu construir um cenário totalmente devastador, um Rio de Janeiro completamente inabitado e devastado. Tudo por culpa dos próprios seres humanos que deixaram o planeta terra entrar em colapso.

 “- Ela o olhou. Em sua íris, puro ódio. Sentiu vontade de agarrar-lhe o pescoço. Página 53.” 

A forma de escrita e toda história é bem fluida e dinâmica, o autor intercala falando do presente e do passado da personagem Fey.

“Maria acariciou os cabelos de sua menina. Deu-lhe um suave beijo na testa. Página 101.” 

Fey é a personagem principal e tendo maior destaque sobre sua vida sofria que deu inicio logo após ela ter nascido. A jovem Fey passou por grandes perdas e provações do qual será de vital importância em seu futuro e de todos ao seu redor. 

“Mesmo quando eu estiver nos braços da morte, ainda tentarei decifrar esse enigma platônico. Página 115.” 

Esse livro não é apenas uma obra platônica e sim algo que vai fazer o leitor pensar sobre o destino do planeta terra. Na rede social Skoob o livro recebeu nota 5. 

“O nome ascendeu uma dúvida em sua mente. Página 180.”

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