Resenha: A Bibliotecária de Auschwitz

Título original: La bibliotecária de Auschwitz
Autor: Antonio G Iturber
Editora: Agir
Páginas: 372
Ano Lançamento: 2013

Sinopse: A Bibliotecária de Auschwitz é um livro diferente. É uma história verdadeira e cheia de detalhes a respeito de um professor judeu, Fredy Hirsh, que criou uma escola secreta dentro do bloco 31, no campo de concentração de Auschwitz, dedicando-se a lecionar para cerca de 500 crianças. Criou também uma biblioteca de poucos volumes com a ajuda de Dita Dorachova, uma menina judia de 14 anos que se arriscava para manter viva a esperança trazida pelo conhecimento e escondia os livros embaixo do vestido. É um registro de uma época sofrida da história, mas que também mostra a coragem de pessoas que não se renderam ao terror e se mantiveram firmes usando os livros como "arma". 


Análise: Quem leu o livro “A menina que roubava livros” precisa ler “A bibliotecária de Auschwitz” porem é baseado em fatos reais e muito mais emocionante. O cenário da história é passado durante a Segunda Guerra Mundial com todo o terror que os Nazistas provocaram, não só na Alemanha, mas também pelo mundo.
Viver é um ver que só se conjuga no presente
O leitor vai ser levado para o mais famoso campo de concentração Nazista: Auschwitz – Birkenau no ano de 1944 e também conhecer a corajosa garota Dita Adlerova.
Se você não luta pela vitória, não chore depois pela derrota
Dita é uma garota corajosa e acima de tudo apaixonada por livros, ela morou com seus pais em Praga e logo foram levados para um campo de trabalho e por ultimo sendo o campo de Auschwitz. 

 No campo de concentração existe um local conhecido como “Bloco 31”, local onde vive as crianças inclusive Dita, nesse “Bloco 31” ficam alguns adultos supervisionando e tendo o papal de professores. 

Outro personagem que tem um papel fundamental na história e também no “Bloco 31” é Fredy Hirsch, ele fica responsável por manter tudo organizado no barracão e manter os soldados da SS atualizados com todas as informações, mas o que os soldados não sabem é que eles mantem uma biblioteca clandestina no “Bloco 31” e com isso eles ensinam as crianças. 

O leitor vai fazer uma viagem na história e conhecer um pouco mais da monstruosidade que o Nazismo fez com os Judeus. A leitura é muito bem fluida e dinâmica, o leitor não vai conseguir parar de ler. Ah! Fique atento com vários nomes mencionados para fazer uma pesquisa logo em seguida, como por exemplo: Doutor Mengele mais conhecido como o anjo da morte.
Cada vez que alguém se detiver num canto para contar algo e algumas crianças se sentarem ao redor para escutar, ali terá sido fundada uma escola
Um livro emocionante e uma paixão por livros que em meio a Guerra eles se arriscam sabendo que se for pego com um livro significa a morte na certa. Na rede social Skoob o livro recebeu avaliação de 4.6.


3 comentários

  1. amo livros que são ambientados durante a Segunda Guerra, mesmo eles me fazendo chorar horrores.
    Sei lá, da aquela sensação de nem tudo esta perdido, sabe? Com certeza quero ler.

    Beijos.

    http://julianamoreire.blogspot.com

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  2. Òtimo livro, emocionante, acabei de lê-lo e tenho a sensação de que o que aconteceu deve ser lembrado e relembrado, para que não volte a ocorrer. É um relato emocionante...gostei muito....

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  3. Òtimo livro, emocionante, acabei de lê-lo e tenho a sensação de que o que aconteceu deve ser lembrado e relembrado, para que não volte a ocorrer. É um relato emocionante...gostei muito....

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