Resenha: Pollyanna


Título original: Pollyanna
Autora: Eleanor H. Porter
Editora: IBEP
Páginas: 184
Ano: 2005


Sinopse: A pequena Beldingsville, uma típica cidadezinha do início do século XX na Nova Inglaterra, Estados Unidos, nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna, uma órfã de 11 anos que vai morar com a tia, a irascível e angustiada Polly Harrington. Por influência da menina, de uma hora para outras tudo começa a mudar no lugar. Tia Polly aos poucos torna-se uma pessoa melhor, mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível "Jogo do Contente". Uma otimista incurável, Pollyanna não aceita desculpas para a infelicidade e emprenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza.

Há algum tempo atrás, numa conversa casual com uma amiga, o nome Pollyanna surgiu para servir de estímulo a ver o lado bom das coisas. E, assim que esta amiga trouxe à memória Pollyanna e seu "jogo do contente", senti uma vontade imensa de reler a história. Em meio ao meu cotidiano corrido e os "zilhões" de livros que gostaria de ler e reler, acabei indo até o Skoob para resenhá-lo e apaziguar um pouco essa vontade toda.

O tempo passou e, entre tantas opções de livros lidos (inclusive mais “famosos” no momento), eu acabei escolhendo este para postar hoje. Como vocês perceberão (ou até já perceberam) as minhas resenhas são as mais atípicas aqui... com uns livros meio incomuns, digamos assim.

Enfim, as minhas resenhas talvez também sejam as mais falantes, rs. Vamos falar do que interessa: Pollyana é uma garotinha órfã de mãe que, após perder também o pai, tem de se mudar para a casa de sua tia, a Miss Polly. A tia de Pollyana é uma mulher muito rica, porém é arrogante e não sabe muito o significado de "afeto".

Mesmo com toda essa diferença entre as duas, a garota consegue cativar as pessoas por onde passa e, inclusive, fazê-las mudar sua visão de vida. E como ela faz isso? Brincando. Isso mesmo. Ela muda tudo com uma brincadeira: o jogo do contente. Este jogo, que Pollyana aprendeu com seu pai num momento de dificuldade, consiste em sempre (sempre MESMO) encontrar alguma coisa para ficar contente.

“– Eu fico contente que a senhora também acha isso. Lógico que ia ser mais difícil ficar contente vestida de preto...

– Contente? – disse Nancy, surpreendida com a interrupção.

– Sim, pelo papai ter ido para o céu para ficar com a mãe e os meus irmãos. Ele disse que eu devia ficar contente. Mas mesmo assim é difícil, mesmo vestida de vermelho, porque eu gostava muito dele. [...] Mas agora tenho certeza que vai ser mais fácil porque tenho a senhora, tia Polly. Estou muito contente por ter a senhora!”

A história de Pollyana, seu Jogo do Contente e todas as vidas que são modificadas durante a história nos envolvem de maneira a ficarmos pensativos e, pelo menos no meu caso, por um bom tempo fiquei com aquilo na mente, com aquela ideia de sempre ver o lado bom da situação.

Aprendi demais com esse livro. Não apenas com a dificuldade de Pollyana, com a Nancy ou mesmo com a tia Polly, mas com a essência de tudo. E por este motivo ele se tornou um dos meus favoritos, daquela categoria de livros especiais ^^

Por hoje, vou ficando por aqui... E vocês, já leram Pollyanna? Tem algum livro que marcou a infância/adolescência/vida de vocês? Comentem...

Beijinho e até mais!


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