Do papel para as telas: Um Dia

Oi, pessoal! Tudo bem com vocês?

Hoje temos uma categoria nova: “Do papel para as telas”. É simples e funciona da seguinte forma: nós lemos um livro e assistimos a adaptação para o cinema. Depois, colocamos a nossa humilde opinião aqui, comparando os dois.

Tive dúvidas quanto ao livro/filme que eu escolheria. Mas, após ganhar a adaptação cinematográfica de “Um Dia”, percebi na hora que era dele que eu precisava falar (sim, é um dos meus favoritos *-*). Vamos lá, sem mais delongas...


SOBRE O LIVRO



Título original: One Day
Autor: David Nicholls
Tradução: Claudio Carina
Editora: Intrínseca
Páginas: 320


SOBRE O FILME



Título original: One Day
Distribuidor: Universal Pictures
Direção: Lone Scherfig
Ano: 2011
Duração: 1h47min
No elenco: Anne Hathaway (Emma Morley), Jim Sturgess (Dexter Mayhem), Patricia Clarkson, entre outros.


Sinopse: Emma e Dexter se conheceram na faculdade, em 15 de julho. Esta data serve de base para acompanhar a vida deles ao longo de 20 anos. Neste período Emma enfrenta dificuldades para ser bem sucedida na carreira, enquanto Dexter consegue sucesso fácil, tanto no trabalho quanto com as mulheres. A vida de ambos passa por várias outras pessoas, mas sempre está, de alguma forma, interligada.


Análise geral:

Logo na primeira cena, já percebi que iria gostar da adaptação. Como sabemos, Nicholls estrutura a história em vinte anos, através dos quais nos mostra a vida de Dexter e Emma anualmente no dia 15 de julho.

Acontece que o filme começa com uma das cenas mais importantes da história, que se passa no dia 15 de julho de 2004. Mas a cena não é completa. Após apresentação parcial desta cena, volta-se para o dia 15 de julho de 1988 onde realmente tudo começa. 

A partir de então, o filme se mostrou bastante fiel ao livro (uma característica que eu prezo muito, principalmente se tratando da adaptação de um livro favorito). Podemos perceber características dos personagens conforme descritas e, inclusive, muitas frases marcantes do livro são mostradas nas cenas.

É claro que algumas cenas do livro foram omitidas ou até mesmo “readaptadas” (creio eu que para facilitar o entendimento e mesmo economizar tempo, como acontece), mas, no geral, a essência da história não foi perdida e ainda é possível sentir raiva, tristeza, borboletas no estômago (isto é, se você é do tipo que se apaixona junto com os personagens, como eu, ahaha) e todo o turbilhão de emoções que o livro também causa.

Também quero frisar que aquela mesma cena do início, quando retomada na época certa, teve um bom efeito. Não posso contar o que é, porque seria um spoiler fenomenal. Mas pareceu bem real. Quando percebi, meu rosto estava expressando o que eu senti ao vê-la...

E outra característica, que eu gostaria mesmo de mencionar, apesar de se tratar de um detalhe, é a forma como as datas aparecem nas cenas... achei muito divertido e diferente (do tipo “fora dos padrões”). Uma das vezes aparece na tela do computador, para vocês terem uma ideia.

Sendo assim, a adaptação acabou me cativando. Por mim, está mais do que aprovada. Se já leu o livro e está com medo de assistir o filme, pode arriscar... E, se assistiu o filme e tiver oportunidade, leia o livro. Vale super à pena.

Esse foi o primeiro “Do papel para as telas”. Ainda estou aprendendo a fazer isso. Espero que tenham gostado. E se já leu, assistiu ou pretende, compartilhe sua opinião ^^ 



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