Resenha: O príncipe dos canalhas



Título Original: O príncipe dos canalhas | Autora: Loretta Chase Editora: Arqueiro | Ano: 2015 | Páginas: 288


 Sinopse: Sebastian Ballister é o grande e perigoso marquês de Dain, conhecido como lorde Belzebu: um homem com quem nenhuma dama respeitável deseja qualquer tipo de compromisso. Rejeitado pelo pai e humilhado pelos colegas de escola, ele nunca fez sucesso com as mulheres. E, a bem da verdade, está determinado a continuar desfrutando de sua vida depravada e pecadora, livre dos olhares traiçoeiros da conservadora sociedade parisiense. Até que um dia ele conhece Jessica Trent... Acostumado à repulsa das pessoas, Dain fica confuso ao deparar com aquela mulher tão independente e segura de si. Recém-chegada a Paris, sua única intenção é resgatar o irmão Bertie da má influência do arrogante lorde Belzebu. Liberal para sua época, Jessica não se deixa abater por escândalos e pelos tabus impostos pela sociedade – muito menos pela ameaça do diabo em pessoa. O que nenhum dos dois poderia imaginar é que esse encontro seria capaz de despertar em Dain sentimentos há muito esquecidos. Tampouco que a inteligência e a virilidade dele pudessem desviar Jessica de seu caminho. Agora, com ambas as reputações na boca dos fofoqueiros e nas mãos dos apostadores, os dois começam um jogo de gato e rato recheado de intrigas, equívocos, armadilhas, paixões e desejos ardentes.                                        Romance de Época| 288 Páginas| Classificação 5/5 

Livreando News: Nova Obra de Leila Krüger

Saudações literárias! Tudo bem livreadores, como vocês estão? Espero que bem, pois hoje vamos trazer uma super novidade da nossa autora parceira, Leila Krûger, em seu novo livro de crônicas. Vamos conferir o post completo?

Em Eu quero mais é ser feliz! estão reunidas crônicas publicadas por Leila Krüger entre 2011 e 2017, em seu blog pessoal, na revista Benfazeja e nos portais Arca Literária e Tribo do Livro. Amor, sonhos, desejos, autoestima e recomeços, e também a inveja, as perdas e a solidão, são alguns dos temas dessas crônicas que nos fazem refletir sobre a vida e a busca da felicidade. 

[Crônicas de domingo] Liberdade pra dentro da cabeça



Por quantas vezes nos vemos presos dentro do nosso cotidiano. Seja regras, preceitos, pré-conceitos, paradigmas, moralidades, problemas, responsabilidades, vaidades... Presos no passado, presos no futuro, são micro jaulas imaginárias que apertam, torturam e matam nossos genuínos potenciais.

Geralmente a correria e as duras penas da vida nos cegam para o que há de mais importante e esse é o “cadeado” que nos mantem alienados de nós mesmos e sufocados. Até que um dia a alma grita e o corpo dá sinais, quer seja a tristeza nos olhos ou doenças psicossomáticas fato é que não cabemos mais naquela cela (que na verdade nunca nos coube)...

É quando o desejo de liberdade nos toma e torna-se maior que tudo! Trás-nos a verdade, pois é ela que liberta e faz tudo ser um movimento de dentro pra fora.

Quero que entenda que suas grades são imaginárias, então elas têm a força que você imagina que elas têm. Tente! O dia que realmente desejar, ela sumirá! Te permitindo alçar o vôo que tanto sonha.

Sim! Não pare nos impossíveis da vida, nada é impossível ao que crer! Tenha fé em si e na sua essência, tenha esperança em dias melhores e sonhe que tudo se tornará possível. 

Só sonhamos aquilo que podemos realizar, se sua mente conseguiu projetar sonhos tão grandiosos, usa o mesmo poder de criação para te dar as condições necessárias de realização. Somos o que acreditamos ser!

Mesmo que  sua prisão seja física e concreta; talvez preso numa cama, ou a uma cadeira, num leito de hospital ou até mesmo num presídio, nada disso importa, pois a liberdade vem de dentro! Liberte sua alma! 

Viva a liberdade que há em você, essa que você nunca imaginou e nada tirará isso de você. Se crer efetivamente transformará o seu cativeiro em um lindo campo enflorado pronto para ser desbravado.


Por tanto, solte suas amarras, quebre as algemas, arregace as mangas e comece a tecer um novo começo, uma nova história... Ser livre é poder desfrutar em plenitude o presente, e é totalmente possível onde quer que esteja.

“Podem  me prender, podem me bater
Meu espírito é livre!
Nada aprisionará tudo o que eu posso ser
Correntes, grilhões, gritos, humilhações...
Nada me deterá!
Porque mesmo sem ser efetivamente;
Aqui dentro eu já fui... Voei!
Cruzei mares, matei dragões, me achei, me amei.
Encontrei um porto na imaginação,
O que pra uns é utopia pra mim é conquista!
Já que não tenho ninguém do meu lado,
Tornei-me o meu melhor aliado.
E não é fantasia! É vida!
A vida que posso ter.
E hoje ser feliz, é o primordial.”
(Trecho do poema de Mariane Helena)

Mariane Helena

Cine Livreando: O Jogo da Imitação

Título: O jogo da imitação | Título Original: The Imitation Game | Direção: Morten Tyldum Duração: 01h54 min | Lançamento: 5 de Fevereiro de 2015 | Elenco: Benedict Cumberbatch, Keira Knightley, Matthew Goode e Charles Dance | Gênero: Biografia/Drama | Origem: Estados Unidos/Reino Unido 
Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo britânico monta uma equipe que tem por objetivo quebrar o Enigma, o famoso código que os alemães usam para enviar mensagens aos submarinos. Um de seus integrantes é Alan Turing (Benedict Cumberbatch), um matemático de 27 anos estritamente lógico e focado no trabalho, que tem problemas de relacionamento com praticamente todos à sua volta. Não demora muito para que Turing, apesar de sua intransigência, lidere a equipe. Seu grande projeto é construir uma máquina que permita analisar todas as possibilidades de codificação do Enigma em apenas 18 horas, de forma que os ingleses conheçam as ordens enviadas antes que elas sejam executadas. Entretanto, para que o projeto dê certo, Turing terá que aprender a trabalhar em equipe e tem Joan Clarke (Keira Knightley) sua grande incentivadora. 

[Literatura, sua linda!] Escritora Julia Lopes de Almeida

Uma mulher que a pátria desconhece!




"Por isto: o que não quero é escrever meramente; não penso em deliciar o leitor escorrendo-lhe n’alma o mel do sentimento, nem em dar-lhe comoções de espanto e de imprevisto. Pouco me importo de florir a frase, fazê-la cantante ou rude, recortá-la a buril ou golpeá-la a machado; o que quero é achar um engaste novo onde encrave as minhas idéias, seguras e claras como diamantes: o que quero é criar todo meu livro, pensamento e forma, fazê-lo fora desta arte de escrever já tão banalizada, onde me embaraço com raiva de não saber nada de melhor. (...) Quero escrever um livro novo, arrancado do meu sangue e do meu sonho, vivo, palpitante, com todos os retalhos de céu e de inferno que sinto dentro de mim; livro rebelde sem adulações, digno de um homem."

( Júlia Lopes de Almeida)

Há muitos escritores esquecidos na nossa literatura. Com a história de Júlia quero iniciar uma série de biografias reais de escritores e nunca ouvimos falar, mas que construíram com muita dificuldade a nossa literatura,e tiveram um papel primordial na literatura que conhecemos hoje.

E porque começar pela Julia. Por ser um mulher! Podemos até pensar que foi porque não eram comum escritores mulheres naquela época, afinal, quais escritoras do séc. XVIII e XIX que nós conhecemos? Se não conhecemos é mais provável que seja porque a História se esqueceu de contar do que por uma carência de talento e nomes entre as mulheres. Júlia, por exemplo, escreveu romances e peças de teatro além de livros infantis, fazendo muito sucesso na sua própria época.

Mas o que pouca gente sabe é que no grupo de escritores e intelectuais que se mobilizaram para criar a ABL, uma outra grande figura da Literatura Nacional daquele tempo ficou de fora por um pequeno detalhe, e não foi a língua, foi a saia.

Julia ficou de fora desse “panteão” por causa desse pequeno detalhe, era mulher.Ou seja o preconceito da época calou por décadas o talento dessa grande mulher! Júlia teve uma carreira de escritora e jornalista de mais de 40 anos. Ela defendia a educação feminina, o divórcio e a abolição da escravatura. Já preocupada com a questão do cuidado, ela defendia também a instalação de creches, naquela época. É, Júlia, ainda estamos  tentando... Se é difícil hoje imagina no século XIX? 

Vamos falar um pouco mais sobre ela: Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida (Rio de Janeiro RJ 1862 - idem 1934). Contista, romancista, cronista, teatróloga. Ainda na infância, transfere-se com a família para Campinas, São Paulo. Inicia seu trabalho na imprensa aos 19 anos, em A Gazeta de Campinas, numa época em que a participação da mulher na vida intelectual é rara e incomum. Três anos depois, em 1884, começa a escrever também para o jornal carioca O País, numa colaboração que dura mais de três décadas. Mas é em Lisboa, para onde se muda em 1886, que se lança como escritora. Com sua irmã Adelina, publica Contos Infantis, em 1887. No ano seguinte, casa-se com o poeta e jornalista português Filinto de Almeida (1857 - 1945) e publica os contos de Traços e Iluminuras. 

De volta ao Brasil, em 1888, logo publica seu primeiro romance, Memórias de Marta, que sai em folhetins em O País. Sua atividade em jornais e revistas - Jornal do Commercio, A Semana, Ilustração Brasileira, Tribuna Liberal - é incessante, escrevendo sobre temas candentes, apoiando a abolição e a república. Uma das primeiras romancistas brasileiras, sua produção literária é prolífica e abrange vários gêneros: conto, peça teatral, crônica e literatura infanto-juvenil. Seu estilo é marcado pela influência do realismo e do naturalismo francês, especialmente pelos contos de Guy de Maupassant (1850 - 1893) e romances de Émile Zola (1840 - 1902). 

A cidade do Rio de Janeiro, capital federal, em período de turbulência política e econômica, é o cenário mais amplo de suas ficções assim como o ambiente privado das famílias burguesas serve às tramas e à construção de seus personagens, é o caso do romance A Falência, lançado em 1901 - para muitos a sua obra mais importante. Júlia ainda obtém destaque no Brasil e no exterior em conferências e palestras sobre temas nacionais e sobre a mulher brasileira; participa ativamente de sociedades femininas no Rio de Janeiro. 

Reconhecida em sua atividade literária por seus pares contemporâneos, escreve também obras mais esperadas por uma mulher de sua época, como O Livro das Noivas e Maternidade, que alcançam grande sucesso de público, tanto quanto seus romances. Está entre os intelectuais que participam do planejamento e da criação da Academia Brasileira de Letras - ABL, da qual seu marido é fundador e ocupante da cadeira número 3 - no entanto, por ser mulher, é impedida de ingressar na instituição. Entre 1913 e 1918 volta a viver em Portugal, e publica suas primeiras peças teatrais e um livro infantil com seu filho Afonso Lopes de Almeida. Na década seguinte, muda-se para Paris, onde alguns de seus textos são traduzidos e publicados.



Mariane Helena

Resenha: P.S. I Still Love You #2


Título Original: P.S. I Still Love You | Autora: Jenny Han | Editora: Intrínseca 
 Ano: 2015 | Páginas: 304 | Série: To All The Boys I'Ve Loved Before


LARA JEAN NÃO ESPERAVA SE APAIXONAR DE VERDADE POR PETER. Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários. Em Para todos os garotos que já amei, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam. Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.



Você me deu a minha primeira história de amor, Peter. Por favor, só não deixa acabar ainda. - Pág: 7

OIEEE!!!

No início do ano fiz a resenha de To All The Boys I'Ve Loved Before. Li no final do mês passado o último livro da trilogia – coisa mais LINDA gente!!! - e vou resenhar para vocês hoje o segundo livro, P.S. I Still Love You, e na próxima quarta Always And Forever, Lara Jean.

Eu amo os livros da Jenny, adoro a forma como ela apresenta a história, como os personagens delas são e como ela de alguma forma faz com que nos identifiquemos com eles. Sem falar que ela sempre aborda temas atuais em meio a um monte de fofices, o que é uma característica dela. Quem a acompanha nas redes sociais percebe que ela é uma mulher muito fofa e conseguimos ver a identidade dela em seus personagens assim como vemos a semelhança de uma mãe e um filho.

Às vezes, gosto tanto de você que não consigo suportar. É um sentimento que vai crescendo e crescendo dentro de mim, e parece que vou explodir.- Pág: 10

Em Para Todos os Garotos que Já Amei, Lara Jean foi surpreendida por todas as suas antigas paixões recebendo suas cartas de amor, aquelas que ela escrevia quando queria deixar de amar alguém, como se fossem cartas de despedida de um amor. Ela recupera as cartas que não deviam ter sido enviadas após alguns esclarecimentos e conversas constrangedoras, mas em contra partida ela acaba se apaixonando novamente por Peter, um dos seus ex-amores.

Peter foi um garoto por quem ela se apaixonou ainda novinha, era um amor infantil e muito inocente, mas que significou tanto para ela que resultou em uma carta. Mas, após toda aquela trama de fingir ser sua namorada para enganar seus outros ex-amores ela percebeu que ele era alguém especial em sua vida e que o queria por perto, mesmo sem saber bem o que sentia por ele. Tudo acontece de maneira muito rápida e nova para os dois, o que faz com que eles vivam as inseguranças de se apaixonar na adolescência.

Lara Jean, acho que você meio que se apaixonar por cada pessoa que conhece. É parte do seu charme. Você está apaixonada com amor. - Pág: 213

Peter sendo o cara mais bonito e popular da escola pelo o qual todas as garotas babam e nutrindo ainda uma grande amizade com sua ex, Genevieve, que a alguns anos foi melhor amiga de LJ, faz com que a nossa protagonista sente-se perdida e sem saber como lidar com isso, se deve realmente entregar seu coração a ele e confiar que ele não vai quebra-lo.

Acompanhamos também, Laranjinha enfrentar a falta que Margor faz em sua vida, seus medos em relação a solidão do pai e seu grande amor por sua família, suas desavenças com Genevieve e o bullying cibernético que estar sofrendo por causa do vídeo intimo dela que se espalhou pela internet. Mas, em meio a tudo isso ela começa a aprender a se soltar mais, se diverti e a se entregar aos seus sentimentos.

Percebo agora que são as pequenas coisas, os pequenos esforços, que mantêm um relacionamento. E sei também que, de certa forma, tenho o poder de magoá-lo e também de fazê-lo se sentir melhor. - Pág: 176

Como no primeiro livro, Han consegue transmitir uma leveza na escrita ao mesmo tempo que nos transporta para o passado, não dá Lara mas, sim o nosso fazendo com que sentimos a intensidade que vivemos nesse período. Todos os sentimentos de se apaixonar pela primeira vez, medos, inseguranças, confusões, diversão, amizades, enfim, todos aqueles sentimentos que tínhamos volta e passamos a ter aquela intensa fé que teremos tudo da maneira mais feliz possível. Tudo isso de forma coesa, que não nos cansa ou irrita, pois até os mais banais erros de LJ conseguimos compreender, pois já os vivemos.

Se vemos os personagens amadurecer no primeiro livro, nesse percebemos isso muito mais. Em meio a todos esses dramas que Lara está vivendo também a vemos perceber que os erros nem sempre são de todo ruim e aprendendo a se descobrir e valorizar, dando mais prioridade a si. E claro, com isso acabamos aprendendo com ela.

Eu sei que foi apenas um dia na vida de Peter para você, mas para mim isso significava muito mais, e é isso que me assustou. Não apenas o que as pessoas estavam dizendo sobre isso, e sobre mim, mas em tudo isso que aconteceu. - Pág:7

O fato da autora falar sobre bullying cibernético e uma característica que eu gostei muito. É algo muito comum hoje em dia as pessoas terem suas vidas intimas divulgadas e sofrerem pesado as consequência disso – infelizmente. Lara que sempre foi uma menina correta, simples e que nunca esteve nos holofotes sofreu muito com todo esse assedio e constrangimento, mas recebeu apoio da família e amigos para enfrentar a situação e dar a volta por cima.

Bom, temos nesse livro um triangulo amoroso o que não é a minha parte preferida dele, mas, que não prejudicou em nada. A escrita de Jenny se manteve a mesma do primeiro, os personagens continuaram encantadores fazendo com que nos apaixonemos ainda mais por eles. Vemos muitas reflexões pela história o que deixa ela ainda mais gostosa, sem contar seu clima leve, envolvente e divertido com aquele quê de emoção o que é a marca da autora em suas histórias fofas.

Não há nenhuma maneira de se proteger contra o desgosto, Lara Jean. Isso é apenas uma parte da vida. Pág: 182

A capa e lindinha como as outras duas e a diagramação do livro estar impecável, como é de costume dos livros da intrínseca.

Falando em intrínseca, como em Para Todos os Garotos que Já Amei, nesse ela está fazendo algo diferente para os leitores. Dessa vez ela permite que, como Lara, criemos scrapbooks. Funciona da mesma forma que as cartas que expliquei para vocês no primeiro post. Eu que adoro fazer scrapbooks AMEIII a ideia e assim que tiver um tempinho farei o meu e se você quiser fazer o seu ou vê os que outros leitores fizera, aqui estar o link.

Como vocês já devem ter notado eu amei o livro e super indico. Me identifico muito com a Lara em algumas coisas, ela me traz um sentimento de familiaridade enorme. Adoro o Peter, e como ele é um amorzinho sem chegar a ser um clichê de romances com garotos populares. Gosto como os personagens secundários são bem trabalhados e participam da história de forma que nos faz conhece-los e não só para tampar buracos. Então quem não leu ainda, leia. Jenny Han arrasa e te garanto que em uma sentada você já vai ter acabado e se emocionado. Não só por causa da história e de todos os turbilhões de sentimentos que Lara enfrenta durante seu amadurecimento, mas pela nostalgia de relembrar quem você era e o quanto amadureceu.

Espero que tenham gostado da resenha. Semana que vem eu volto com a resenha do último livro dessa trilogia linda.

Grande beijo!!!

“Quando você é Real você não se importa de ser ferido. - Pág: 232”


[Crônicas de domingo] Um novo passo




Vivemos a “época do desapego”. Vivemos a cultura de desapegarmos de roupas que não usamos mais, móveis, bens materiais... Mas continuamos apegados à uma magoa, uma vergonha, um erro... Ao passado!

E como desapegar de algo que nós somos? Sim! O passado é a definição do que somos hoje. O que aconteceu e foi doloroso tem muito a ver com o que nos tornamos.

Mesmo assim não é necessário reprisarmos diariamente ou passar o resto dos nossos dias sofrendo e vivendo no que passou por pior, ou melhor, que seja. A melhor  forma de desapegar-se do passado é aceitando que ele realmente aconteceu. É necessário aceitação do pretérito antes de se afastar dele.

Pois podemos lutar por bons motivos para escapar dele ou para escapar do que há de ruim nele, mas só escaparemos adicionando algo de melhor nele. “Faze o melhor que possas e o melhor surgirá”... Se desprendendo do pior e acolhendo tudo de bom que trouxe até aqui ao ponto que estamos agora.

Se acha que não existe nada de bom, se o sofrimento vem como uma avalanche se sobrepondo todo o resto; procure bem! Desde seu nascimento... Uma brincadeira de criança, pequenas e grandes conquistas... As encontre e se afaste dessa dor já antiga!

A mudança é necessária! E toda a mudança até mesmo a mais desejada trás uma certa melancolia pois o que deixamos para trás parte de nós mesmo. Ainda sim, te convido para um novo passo. Um de cada vez. E quando perceber já abriu um caminho novo, e de tanto caminhar já se distanciou da antiga vida. 

Pois para mudar mesmo é preciso morrer para uma vida e nascer para outra. “Age e funcionarás.”


Mariane Helena

Resenha: Tocando as Estrelas (Famous in Love #1)

Título Original: Tocando as Estrelas | Autor: Rebecca Serle
Editora: Novo Conceito | Página: 124 | Ano: 2015

Sinopse: Quando Paige Townsen deixa de ser uma simples aluna do ensino médio para se tornar uma celebridade, sua vida muda do dia para a noite. Em menos de um mês, ela troca as ruas da sua cidade natal por um set de filmagens no Havaí e agora está conhecendo melhor um dos homens mais sexies do planeta segundo a revista People. Tudo estaria perfeito se o problemático astro Jordan Wilder não fincasse o pé em uma das pontas desse triângulo cinematográfico. E Paige começa a acreditar que a vida, pelo menos para ela, imita a arte.

Pedrazul Editora traz diversos eventos para os amantes de romance de época e histórico em São Paulo


Fãs de leitores de romances de época e históricos se reúnem para Papos & Ideais em noite de lançamentos

A Pedrazul Editora reúne os fãs de romances de época e históricos para os lançamentos da trilogia Amores, de Silvia Spadoni: (Um Amor Conquistado, Um Amor Inesperado e Um Amor Apaixonado); A Estrangeira, de Chirlei Wandekoken e Alina, de Emilia Lima, na Saraiva Mega Store do Shopping Higianópolis, São Paulo, no dia 4 de agosto. O encontro terá a participação de editores da Pedrazul e dos autores para noite de autógrafos, com mediação de Elimar Souza, do Rio de Janeiro. O encontro é aberto e gratuito e todos os livros da estarão à venda.

Dia: 04 de agosto
Horário: Das 19 às 21h30 horas
Local: Saraiva Mega Store do Shopping Higienópolis
R. Dr. Veiga Filho, 133 - Higienópolis, São Paulo - SP, 01238-000.
contato@pedrazuleditora.com.br