[Descomplicando] desfecho conto



"Essa é a minha história. Eu mesmo invento, 
e por isso eu descido como acaba, vou levando, 
misturando o real com a ilusão."
(Leleli Santos)

O desfecho – Agora que já conhecemos todas as partes da estrutura (básica) do conto, é chegado o momento de partirmos para uma solução dos fatos apresentados. Lembrando que esse final deverá nos surpreender, revelando-se como trágico, cômico, triste, alegre, entre outras formas. 

O desfecho é a parte principal do conto, se não terminar bem a sua história (de forma arrebatadora) provavelmente perderá todo o trabalho de construção do seu texto.

Se dedique e se preocupe bastante com o seu final, ele pode até não ter fim mas precisa surpreender... encantar... o leitor! Amarre bem seu conto, e siga contando lindas histórias.


Mariane Helena.


[Literatura, sua linda!] Escritor Mario Quintana

O poeta das coisas simples




"- Eu amo o mundo! Eu detesto o mundo!
Eu creio em Deus! Deus é um absurdo!
Eu vou me matar! Eu quero viver!
- Você é louco?
- Não, sou poeta."

Mário Quintana

Resenha: O pintor de memórias


Título Original: The memory painter Autora: Gwendolyn Womack | Editora: Record 
Páginas: 378  | Ano Lançamento: 2016 

Um amor que atravessa o tempo. Uma equipe de cientistas prestes a fazer uma grande descoberta sobre a construção da memória e um medicamento milagroso capaz de revelar um mistério antigo. Bryan Pierce é um renomado pintor cujos trabalhos deslumbram o mundo. Mas há um segredo para seu sucesso: cada tela é inspirada em um sonho excepcionalmente vívido. Sempre que acorda, ele adquire novas e extraordinárias habilidades, como a capacidade de falar línguas obscuras ou um gênio inexplicável para o xadrez. A vida inteira Bryan se perguntou se seus sonhos eram apenas isso ou se seriam memórias, se ele estaria experimentando a vida de outras pessoas. Linz Jacobs é uma neurogeneticista brilhante, dedicada a decifrar os genes que ajudam o cérebro a criar memórias. Ao visitar uma exposição na galeria de uns amigos, ela se depara com a imagem de um pesadelo recorrente de sua infância e adolescência... em um dos quadros de Bryan. Linz localiza o artista, e o encontro dos dois desencadeia o sonho mais intenso do pintor: a visão de uma equipe de cientistas que, na iminência de descobrir uma cura para o Alzheimer, morre em uma explosão no laboratório. Bryan fica obcecado pelas circunstâncias estranhas que cercam a morte dos cientistas, e seus sonhos aos poucos revelam o que aconteceu no laboratório, assim como um mistério mais profundo que o leva ao Egito antigo. Juntos, Bryan e Linz começam a perceber um padrão em seus sonhos. E que há um inimigo mortal observando cada movimento deles que não vai parar enquanto não atingir seu objetivo. 

Resenha: Talvez Um Dia (Maybe #1)


Título Original: Maybe Someday | Autora: Colleen Hoover
Editora: Galera Record | Ano: 2016 | Páginas: 368
Sinopse: Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex- melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento... Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido. Sydney encontra abrigo na casa de Ridge. Um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.

Livreando News: Loja virtual biruta

Saudações literárias queridos livreadores! Tudo bem com vocês? Espero que sim! Hoje o blog livreando traz uma mega novidade da nossa parceira, Editora Biruta. 

Lançamentos do mês: Grupo Editorial Record

Neste aguardado nono volume da saga Crônicas Saxônicas, deveres familiares e lealdade aos seus guerreiros estarão em conflito. Os filhos do falecido rei Alfredo, Eduardo e Æthelflaed já dominam a maior parte do território saxão. Seus exércitos conquistam e garantem a soberania por onde passam. Mas isso não impede que os incansáveis nórdicos realizem constantes ataques aos seus reinos. Uhtred de Bebbanburg comanda a guarnição do burh de Ceaster, uma poderosa fortaleza no norte da Mércia construída pelos romanos. O poder da senhora Æthelflaed na região se expande, o que atrai olhos cobiçosos. Ragnall, o Cruel, reúne forças irlandesas e nórdicas no maior exército que jamais ameaçou o universo saxão. Com isso, a solução de Æthelflaed é colocar suas forças no interior de Ceaster para resistir aos ataques inimigos. Porém, quem será capaz de manter Uhtred entre as paredes de um burh quando sua filha, casada com Sigtryggr, irmão e inimigo de Ragnall, é colocada em perigo? Na luta entre deveres familiares e lealdade aos seus guerreiros, entre ambições pessoais e compromissos políticos, não há um caminho fácil. Mas um homem com a coragem de um verdadeiro guerreiro é capaz de trilhá-lo. Este homem é Uhtred, e este momento é decisivo para seu destino. 
Continuação da trilogia iniciada com “Império” e seguida por “Multidão”, o livro propõe uma ética da liberdade para viver no mundo de hoje e articular uma possível constituição de nosso bem-estar comum. Neste caso, “comum” substitui a dicotomia entre público e privado, socialista e capitalista, e as políticas baseadas nesta polarização. Examinando acontecimentos e cenários ao redor do planeta, os autores analisam a lógica das instituições e os modelos de governança adequados à nossa compreensão de um bem-estar comum global. E articulam as bases teóricas do que denominam “o governo da revolução”.




Edição especial e em capa dura de um dos grandes quadrinhos da série Asterix. Asterix, Obelix, e seus amigos irão participar dos famosos jogos olímpicos em Atenas, e todos os homens da aldeia partem para a Grécia para assistir às provas. Eles estão decididos a saírem vitoriosos, mas os Gauleses encontrarão uma competição acirrada tanto dos gregos quanto dos romanos. Será que Asterix conseguirá sua medalha de ouro ou irá amargar o gosto da derrota?